segunda-feira, 9 de abril de 2018

9 lembretes para economizar na conta de luz

Veja as dicas da Tramontina para adotar pequenas mudanças no cotidiano – e produtos que oferecem eficiência energética – e assim reduzir o consumo de energia sem afetar o conforto
Variador de luminosidade e detector de presença, produtos da Tramontina

As temperaturas já começaram a cair em algumas regiões do país e é fato que os meses mais frios são propícios ao aumento no consumo de energia, com o uso constante de aquecedores e do chuveiro elétrico no modo “inverno”. 
Mas economizar energia é uma questão de consciência. A melhor estratégia para garantir uma economia expressiva na conta de luz é aliar pequenas mudanças no cotidiano a produtos que oferecem eficiência energética.

A Tramontina, tradicional fabricante de materiais elétricos, selecionou algumas dicas simples que podem fazer toda a diferença na sua conta de luz no final do mês:

1 – Adote cores claras na pintura do teto e das paredes internas, pois elas refletem melhor a luz, o que ajuda na iluminação dos ambientes. 
Da mesma forma, planeje a disposição dos móveis e o uso de cortinas leves. Com mais luz natural no ambiente diminui a necessidade de acionar as lâmpadas durante o dia;

2 – Como a iluminação é sempre necessária, procure trocar as lâmpadas incandescentes por lâmpadas de LED: a economia proporcionada pode chegar a 80%;

3 – No entanto, mesmo as lâmpadas econômicas perderão parte de seu efeito se as cúpulas das luminárias estiverem empoeiradas. 
Por isso, tenha o cuidado de manter luminárias, globos e arandelas sempre limpos;

4 – Os dispositivos de detecção de presença, minuterias, variadores de luminosidade, entre outros produtos, não requerem grande investimento e oferecem resultados significativos, além de praticidade e conforto. Dependendo dos hábitos de cada consumidor, os efeitos podem ser comprovados logo no mês seguinte ao início da utilização dos produtos;

5 – Antes de adquirir um novo equipamento ou eletrodoméstico confira se ele tem o Selo Procel, que atesta sua eficiência e baixo consumo de energia, compare e escolha aquele de menor consumo;

6 – Verifique as borrachas de vedação da geladeira e do forno colocando uma folha de papel entre a borracha e a porta. 
Se a folha ficar solta significa que a porta não está fechando de forma eficiente – e, como consequência, o eletrodoméstico consome mais energia (ou gás) para manter a temperatura;

7 – Programe a TV para desligar sozinha, principalmente se você tem o hábito de adormecer antes do programa terminar! O mesmo vale para o computador: programe-o para hibernar automaticamente após um tempo sem ser utilizado;

8 – Aparelhos em modo stand-by continuam consumindo energia. Portanto, tire-os da tomada se você sabe que ficará um longo período sem utilizá-los;

9 – E, por fim, um lembrete que você certamente ouve desde que era criança, mas que não custa relembrar: ao sair, apague as luzes!


Perfil Tramontina – unidade materiais elétricos
Fundada em 1976, na cidade de Carlos Barbosa (RS), a fábrica de materiais elétricos da Tramontina oferece o melhor em segurança, design e soluções técnicas para instalações residenciais, comerciais e industriais. 
Nos últimos anos, a empresa vem aplicando sua expertise de 40 anos na ampliação de seu portfólio e investindo no lançamento de linhas de produtos em novos segmentos, como disjuntores e quadros de distribuição, além de uma divisão dedicada o setor de atmosferas explosivas.
Seu moderno parque fabril ocupa uma área construída de 40 mil m2, conta com 13 células de injeção de alumínio e 18 de injeção de plástico, e possui capacidade instalada para processar 4.800 toneladas/ano de alumínio e outras 3.000 toneladas/ano de plástico, estando apta a fabricar mais de 7 mil itens dentro dos mais altos padrões de qualidade e precisão, sempre com matérias-primas certificadas. 
A estrutura do Grupo Tramontina, do qual faz parte, garante que seus produtos cheguem a todo o Brasil através de seus cinco Centros de Distribuição, localizados nas cidades de Carlos Barbosa, São Paulo, Salvador, Belém e Goiânia, e de cinco escritórios regionais de vendas, em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife.

terça-feira, 20 de março de 2018

Conta de luz pode subir mais de 20% em 2018

Em um ano de inflação baixa, a conta de luz deve ter um peso extra no bolso dos consumidores. Segundo estimativas da Aneel, o reajuste médio nas contas ficará acima de 10% neste ano. 

Em alguns casos, a alta deve superar a casa dos 20%. 



As razões para esse aumento, muito acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) previsto para o ano, são a falta de chuvas, que levou ao acionamento de usinas térmicas, muito mais caras que as hidrelétricas, mas também os subsídios embutidos na conta de luz, que não param de crescer, e, segundo executivos do setor, erros de planejamento. 

De acordo com Romeu Rufino, presidente da Aneel, os aumentos de energia devem ter comportamento semelhante aos autorizados para os clientes fluminenses da Light e Enel Rio. 

A agência autorizou um aumento tarifário médio de 10,36% nas tarifas da Light, que atende à cidade do Rio de Janeiro e outros 30 municípios do estado. Na Enel Rio, que fornece energia para Niterói e outras 66 cidades fluminenses, a alta, em média, foi de 21,04%. 

A diferença entre os índices autorizados para cidades tão próximas tem explicação. Na Light, houve reajuste ordinário, que é feito todos os anos. Já para a Enel Rio foi realizada a revisão tarifária, processo que é realizado de quatro em quatro anos para manter o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos. 

Nas revisões, as empresas são reembolsadas por investimentos feitos na expansão da rede e na melhoria dos serviços. Segundo Rufino, os consumidores, de forma geral, devem esperar comportamento semelhante ao verificado nos casos da Light e da Enel Rio. Os reajustes anuais devem ser da ordem de 10%. 

É o caso de empresas como Eletropaulo (São Paulo) e Copel (Paraná), por exemplo. Mas, para aqueles atendidos pelo grupo de empresas que vão passar por revisão tarifária, a alta deve ser de cerca de 20% - caso da Cemig (Minas), RGE Sul (Rio Grande do Sul) e Energisa (em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), entre outras. Diversos fatores explicam o aumento, mas há uma avaliação de que falhas cometidas na gestão do setor elétrico no passado têm causado impacto nas tarifas até hoje. 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Barroso, lembra que, principalmente nos últimos anos da gestão Dilma Rousseff, foram realizados leilões para contratação de novas usinas e linhas em nível bem acima do necessário, por conta da recessão. Segundo ele, somente no ano passado, o consumo de energia voltou aos patamares registrados em 2014. 

"Perdemos três anos de crescimento por causa da recessão. Parte desses custos da tarifa, hoje, serve para pagar reforços nos sistemas de geração e transmissão que vieram para atender a um mercado que não se concretizou", afirmou Barroso. 

O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo Pedrosa, reconhece que o aumento tarifário desagrada à população, mas reafirma que o governo não adotará nenhuma medida intervencionista para maquiar os preços. 

"Já se enganou muito o consumidor a respeito do custo da energia. Infelizmente, só agora a verdade apareceu", afirmou. Rufino faz fortes críticas aos subsídios, cobrados por meio de encargos setoriais. 

Os subsídios vão custar R$ 18 bilhões neste ano, 30% mais que no ano passado, e serão integralmente pagos pelos clientes. Isso significa que o consumidor residencial paga uma conta mais cara para que seja possível oferecer descontos para agricultores, irrigantes, produtores de carvão, geradores de energias renováveis, além de distribuidoras no Norte, que utilizam termoelétricas a diesel e óleo combustível. 

"Todas as empresas já estão condenadas a um aumento de 2,5 pontos percentuais por conta dos encargos setoriais. Os subsídios não param de crescer e já têm peso de 20% nas tarifas", disse Rufino. 

O presidente da Aneel destacou, ainda, que, além da seca, que reduziu o uso de hidrelétricas e levou ao acionamento das termoelétricas, mais caras, a decisão do governo Michel Temer de cobrar bônus de outorga das usinas que foram licitadas também elevou os custos de geração, pois as empresas que compram os empreendimentos em leilão repassam essa cobrança à tarifa final. 

Pedrosa admite que isso encarece as tarifas, mas disse que parte do ganho vai gerar abatimentos futuros. 

Para indústrias, haverá 'uma explosão tarifária', diz presidente da Abrace O presidente executivo da Associação de Grandes Consumidores de Energia (Abrace), Edvaldo Santana, disse que o aumento das tarifas será ainda maior para as indústrias, entre 20% e 25%. 

"Será uma explosão tarifária", afirmou. "Tivemos um erro brutal de planejamento, com contratação de energia quando não tinha demanda. E o governo e a Aneel não conseguem criar medidas para controlar o crescimento dos encargos setoriais", afirmou. 

O presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Reginaldo Medeiros, defende a abertura do mercado livre. Nesse modelo, o consumidor continuaria a ser atendido pela distribuidora, mas poderia optar por comprar energia de outras empresas. 

"O sistema do mercado livre é mais competitivo. Se alguém tenta passar custos excessivos, perde o cliente", afirmou. Estudo da Abraceel afirma que cerca de 182 mil pequenas e médias indústrias e estabelecimentos comerciais poderiam economizar R$ 10,5 bilhões se pudessem migrar para o mercado livre em 2021. 

O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), 

Nelson Leite, disse que os maiores vilões da tarifa são os subsídios, os impostos e os erros de políticas do passado, como a indenização das transmissoras de energia. - 

Fonte: Jornal do Comércio - www.http://jcrs.uol.com.br

terça-feira, 6 de março de 2018

Brasil ocupa posição de destaque na execução de ações de eficiência energética

Rio de Janeiro – Na data que marca os 20 anos da criação do Dia Mundial da Eficiência Energética, o Procel Info apresenta os principais resultados alcançados pelo Procel e quais serão as prioridades do programa nos próximos anos

Tiago Reis, para o Procel Info
Rio de Janeiro – Ontem, 5 de março, foi comemorado o Dia Mundial da Eficiência Energética. 

A data, ainda pouco conhecida no Brasil, foi criada em 1998, na Áustria, durante a 1ª Conferência Internacional de Eficiência Energética. 

No encontro, especialistas e autoridades de diversos países se reuniram para discutir o tema, e, desde então, o dia 5 de março celebra um momento de reflexão sobre a importância do uso consciente e adequado da energia.

No Brasil, a eficiência energética está presente em vários setores da sociedade, seja por meio de políticas públicas, ações de entidades e Organizações Não Governamentais (ONGs), ou mesmo iniciativas individuais da sociedade.

Uma das mais conhecidas políticas governamentais, o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), criado em 1985 pelo governo federal e executado pela Eletrobras, apresenta resultados relevantes para o fomento e conscientização sobre o uso racional de energia elétrica no Brasil. 

Dados do último relatório divulgado mostram que as ações do Procel, em 2016, proporcionaram uma economia de energia de 15,15 bilhões de kWh, valor quase 30% maior do que o alcançado no ano anterior, quando foi registrada uma economia de 11,68 kWh. 

Para se ter uma ideia do impacto desses números, o volume economizado em 2016 é equivalente ao consumo anual de 7,8 milhões de residências ou 3,29% do consumo total de eletricidade do Brasil. 

Além disso, os resultados energéticos evitaram a emissão de 1,238 milhão tCO2 (toneladas de gás carbônico), valor correspondente à emissão de 425 mil veículos durante um ano.

'As ações do Procel proporcionaram uma economia de energia de 15,15 bilhões de kWh em 2016, valor 30% maior do que o alcançado no ano anterior'
O gerente do Programa Nacional de Conservação de Energia, Marcel da Costa Siqueira, comemora os resultados alcançados pelo Procel. 

Ele ressalta que o Selo Procel para equipamentos e a proibição da venda de lâmpadas incandescentes foram os principais fatores que contribuíram para a redução do consumo de energia no país, em 2016. 

“Nossas avaliações contabilizam os resultados de redução de consumo, principalmente para as ações do Selo Procel para equipamentos, com destaque para o setor de iluminação, principalmente após o banimento das lâmpadas incandescentes e o crescimento de novas tecnologias, como tem sido o caso das lâmpadas LED”, disse Marcel Siqueira.

Para o gestor, esses dados mostram que o Brasil está em uma posição de liderança quando o assunto é eficiência energética, já que o país tem se destacado internacionalmente na execução de programas, principalmente quando comparado com os demais países da América Latina. 

Com investimentos de cerca de R$ 3 bilhões desde de sua criação, o Procel proporcionou uma economia global de energia superior a 107 bilhões de kWh. Esses resultados, além de contribuírem para para a eficiência dos bens e serviços, possibilitam a postergação de investimentos no setor elétrico, reduzindo os impactos ambientais.

Com a aprovação da Lei 13.280/16, o Procel passa a ter uma fonte regular de recursos para a aplicação de seus projetos. Pela lei, haverá anualmente a elaboração de um Plano de Aplicação de Recursos (PAR) que vai determinar o valor a ser direcionado para os segmentos de atuação do Procel (educacional, industrial, de edificações e de iluminação pública, na gestão energética municipal e no saneamento ambiental), além de prever a realização de ações de marketing, divulgação de informações, desenvolvimento do Selo Procel de Economia de Energia e ações de caráter estruturante.

Marcel Siqueira considera que o PAR é um grande avanço para reforçar atuação do Procel em todos os seus segmentos, além de contribuir para aumentar a relevância do mercado de eficiência energética no Brasil. 

Sobre como vê a atuação do Procel nos próximos anos, o gerente projeta estreitar relações com representantes da sociedade civil e órgãos de defesa do consumidor, com o objetivo de melhorar as metodologias e os níveis de eficiência energética dos equipamentos contemplados pelo Selo Procel. 

Siqueira também afirma que está previsto um intercâmbio maior com instituições internacionais com o objetivo de aumentar a representatividade do programa no exterior. 

“O Procel tem alinhado suas ações com base em algumas práticas internacionais e buscado maior representatividade no exterior para ter acesso a soluções cada vez mais inovadoras. 

Neste ano, haverá uma intensa atuação do Procel em comitês internacionais de normatização, onde iremos levar a nossa experiência na implementação de ações de eficiência energética. 

Isso contribuirá para termos normas de gestão da energia mais aderentes à realidade brasileira no futuro”, revela Marcel Siqueira.

'O Plano de Aplicação de Recursos determina o valor a ser destinado para os segmentos de atuação do Procel'


A seguir, uma breve entrevista com o Gerente do Programa Nacional de Conservação de Energia (Procel), Marcel da Costa Siqueira.

Procel Info – Nesta segunda-feira, dia 5 de março, é comemorado o Dia Mundial da Eficiência Energética. De uma forma geral, como o senhor avalia a adoção de práticas eficientes no Brasil? Existe muita diferença em comparação com o que é praticado no exterior?

Marcel da Costa Siqueira: O Brasil vem avançando na execução de ações de eficiência energética e se destaca internacionalmente, principalmente entre os seus países vizinhos. Recentemente, sediamos um importante treinamento sobre o tema em conjunto com a CAF e a IEA, e recebemos representantes de diversos países da América Latina, onde ficou clara a liderança do Brasil neste setor, por meio do Procel. 

Na maioria dos países industrializados, a eficiência energética também contribui com a redução de emissões. Já no Brasil, esse aspecto não se torna tão presente, pois temos uma predominância de geração de energia elétrica por meio de fontes limpas e renováveis. 

Porém, a relevância dos resultados alcançados por meio do Procel e de outros programas de eficiência energética no Brasil contribui sobremaneira para uma maior disponibilidade energética e a manutenção de uma matriz energética limpa.

Procel Info – O último Relatório de Resultados do Procel revela que as ações do programa proporcionaram uma economia para o país de 15,15 bilhões de kWh, em 2016. Como a senhor avalia esses resultados? Quais iniciativas do Procel se destacaram no ano passado?

Marcel da Costa Siqueira: No aspecto quantitativo, as nossas metodologias de avaliação contabilizam os resultados de redução de consumo, principalmente para as ações do Selo Procel para equipamentos. 

Nesse sentido, o setor de iluminação se destacou em 2016, principalmente após o banimento das lâmpadas incandescentes e o crescimento de novas tecnologias, como tem sido o caso das lâmpadas LED. Em 2017, as luminárias a LED para a iluminação pública também foram incluídas no Programa de Selo, assim como os televisores em modo ativo. 

Outro destaque de 2017 foi o início da execução do primeiro ciclo do Plano de Aplicação de Recursos (PAR) do Procel, após a promulgação da Lei 13.280/2016, que destinou aproximadamente R$ 110 milhões para investimentos no programa. Desde o início da execução, já promovemos diversas ações voltadas a indústrias energointensivas em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), uma Chamada Pública para o segmento de iluminação pública com investimentos de aproximadamente R$ 17 milhões e com 1.101 municípios inscritos. 

Também realizamos uma Chamada Pública para o segmento de edificações, que prevê a seleção de diversos agentes que ampliarão sua atuação sobre o tema e aborda também a micro e minigeração distribuída nas edificações. 

Além dessas diversas ações setoriais já citadas, estão em execução várias ações transversais e estruturantes envolvendo pesquisa de posse e hábitos de uso da eletricidade, avaliação laboratorial de equipamentos com Selo Procel, fortalecimento de comitês normativos vinculados à ABNT que tratam de eficiência energética, entre outras.

Procel Info – Com o Plano Anual de Aplicação de Recursos, o Procel passa a contar com uma receita fixa para desenvolver os seus projetos. Com esses recursos, quais investimentos poderão ser feitos para aumentar o campo de atuação do Procel e potencializar a eficiência energética do país? 

Marcel da Costa Siqueira: O Procel já atua nos mais relevantes setores de consumo, como indústria, edificações (residenciais, comercias e públicas), saneamento ambiental e iluminação pública. Além da atuação setorial, também são promovidas ações que contribuem com a disseminação da informação, educação, o marketing da política pública junto à sociedade, o Selo Procel e a gestão da energia no setor público. 

Os investimentos do PAR contribuirão cada vez mais para reforçar essa atuação, conjuntamente com parceiros estratégicos como a CNI, a Aneel, a Abesco, a Abradee, o Inmetro, o Cepel, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), a ABNT, o BNDES, entre outros, e também buscando sinergia com outras políticas públicas coordenadas pelo Ministério das Cidades, Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Planejamento, Ministério da Educação, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, além do próprio Ministério de Minas e Energia (MME), como coordenador do Procel, e de comitês estratégicos que suportam a política de eficiência energética em todo o país. 

Adicionalmente, o Procel vem desenvolvendo uma rede de laboratórios para certificação de equipamentos, realização de estudos e prestação de serviços de eficiência energética nos diversos setores. 

Os recursos do Procel contribuem para que o mercado de eficiência energética se mantenha ativo e tais laboratórios possam participar de todas as ações previstas de forma sustentável.

Procel Info – Quais são os principais projetos que já foram beneficiados com o Plano Anual de Aplicação de Recursos? E quais serão as prioridades do Procel para os próximos anos?

Marcel da Costa Siqueira: Já pensando nos próximos anos, o Procel tem alinhado suas ações com base em algumas práticas internacionais e buscado maior representatividade no exterior, para ter acesso a soluções cada vez mais inovadoras. 

Está prevista, já para 2018, por exemplo, uma intensa atuação do Procel em comitês internacionais de normatização, onde iremos levar a nossa experiência na implementação de ações de eficiência energética. 

Isso contribuirá para termos normas de gestão da energia mais aderentes à realidade brasileira no futuro. O estreitamento da relação com instituições representantes da sociedade civil e de órgãos de defesa do consumidor também deve ser priorizado para melhorarmos ainda mais as metodologias de ensaios e os níveis de eficiência energética dos equipamentos, atendendo cada vez mais as expectativas do usuário final. 

Por fim, mas não menos importante, o Procel também está construindo, junto com o setor financeiro, representado por bancos e agências de fomento, uma proposta para a implementação de projetos-piloto com modelos financeiros variados e modernas metodologias de medição e verificação de resultados. 

Essa ação será fundamental para a redução de barreiras técnicas e riscos dos projetos de eficiência energética, e garantirá ainda mais investimentos para o setor. 

É importante destacar que todo o resultado do PAR Procel é fruto da coordenação do MME, da participação dos membros do Grupo Coordenador de Conservação de Energia (GCCE), do Comitê Gestor de Eficiência Energética (CGEE) e da Eletrobras como Secretaria Executiva do programa há 32 anos.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Projeto Permitirá Conhecer os Gastos com Energia dos Equipamentos

A CPFL Energia está desenvolvendo um projeto que irá permitir que, no futuro, os seus clientes residenciais saibam exatamente o consumo de energia de cada eletrodoméstico ou eletrônico e o impacto na conta de luz. 

Batizado de “Desagregação do Consumo”, a iniciativa é um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento que conta com a participação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da startup TimeEnergy.

Desenvolvido pela área de inovação do Grupo, o projeto consiste no desenvolvimento e teste de três tipos de metodologias distintas de tecnologia de mensuração do consumo de energia:

medidor inteligente digital centralizado, que é instalado no quadro de luz da residência;
medidor inteligente instalado em vários circuitos elétricos da casa;
tomadas inteligentes, conhecidas no mercado como smart plugs.

“O processo de empoderamento do consumidor tem feito com que ele seja cada vez mais exigente na gestão do seu consumo de energia, na busca por economia e sustentabilidade. 

A desagregação do consumo vai ao encontro do perfil desse novo consumidor, mais consciente de suas necessidades energéticas”, afirma o diretor Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. 

O projeto de P&D, que vai até julho de 2019, receberá R$ 3,6 milhões em investimentos do Grupo.



Com este novo projeto, a CPFL Energia avança na introdução conceito de Internet das Coisas em sua rede elétrica. Além da desagregação da conta de luz, essas tecnologias permitem o monitoramento tempo real do consumo de energia pelo cliente.





As tomadas inteligentes também possibilitam, por exemplo, que o consumidor ligue e desligue os seus eletrodomésticos à distância por meio de um aplicativo no celular.


Se, por um lado, os consumidores serão beneficiados com uma maior capacidade de gestão e liberdade de escolha sobre o seu consumo, o Grupo CPFL, por outro lado, terá um maior conhecimento sobre os hábitos de consumo de energia dos seus clientes. 

Isso possibilitará a identificação de novos serviços a serem oferecidos pelas empresas do Grupo e suas as distribuidoras.

“A desagregação do consumo, alinhada com a estratégia do Grupo de entendimento dos impactos novas tecnologias emergentes no setor, como geração solar e mobilidade elétrica, permitirá a que a CPFL Energia desenvolva novos modelos de negócio”, diz Lazzaretti. 

Atualmente, o Grupo CPFL vem promovendo uma série de projetos de P&D para estudar as novas tecnologias, como Telhados Solares (geração solar), Emotive (mobilidade elétrica) e armazenamento de energia (storage).

A partir dos resultados do projeto, em parceria com a TimeEnergy, a intenção da CPFL Energia é a produção de um lote de tomadas inteligentes, de medidores inteligentes por circuito elétrico e os medidores inteligentes centralizados. 

“Desta forma, contribuímos para acelerar a evolução da cadeia de inovação”, afirma Lazzaretti.

A iniciativa também pretende alcançar contribuições técnica para o desenvolvimento do assunto no âmbito do setor elétrico. Entre as metas do projeto estão:

promover capacitação profissional e técnica de recursos humanos;
desenvolvimento de uma metodologia para gerenciamento de cargas residenciais, com base em técnicas analíticas e de eficiência energética.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Primeiro Caminhão Elétrico é Produzido pela Volkswagen Brasil





A Volkswagen Caminhões e Ônibus lançou seu primeiro caminhão elétrico, leve e com zero emissão de poluentes, completamente desenvolvido no Brasil.


Lançado inicialmente na Alemanha, o veículo foi apresentado aqui no Brasil na última FENATRAN, que aconteceu em São Paulo no fim do ano passado. 

O caminhão entrou em período de testes no começo deste ano e vem realizando entregas da AMBEV. 

A empresa tem como meta começar produção em larga escala até 2020.




O modelo, chamado de e-Delivery, foi desenvolvido em parceria com as empresas WEG e a Eletra para tração de veículos comerciais.

O E-Delivey é equipado com um motor elétrico de 80kW (109cv) de potência, com torque máximo de 50,2kgfm. 

A transmissão é automática de seis marchas. Tudo isso é alimentado por um banco de baterias que proporciona uma autonomia de até 200 quilômetros, variando de acordo com a aplicação e a configuração do veículo.

A recarga, outro desafio para a competitividade dos veículos elétricos, terá duas opções no caminhão da Volks. 

A fabricante afirma ser possível carregar 30% da bateria em 15 minutos. 

Essa é a alternativa para aumentar a autonomia do veículo. Já a recarga completa leva três horas.

O E-Delivery estará disponível nas opções de 9 e 11 toneladas e será exportado para o mundo inteiro, principalmente para a Europa. 

No conceito plug-in, as baterias do veículo são recarregadas por um carregador externo padrão CCS, o mesmo utilizado em outros veículos elétricos.

Quando o freio é acionado, o motor elétrico funciona como um gerador e a energia que seria desperdiçada na frenagem é reaproveitada e armazenada no banco de baterias. 

Os sistemas auxiliares, como compressor de ar, ar-condicionado, bomba de direção e de água ficam a cargo de motores elétricos independentes ao de tração, otimizando a capacidade de tração do motor principal. 

Eixos, suspensão, chassis, rodas e pneus seguem as características da linha Delivery, compartilhando componentes comuns com a plataforma e barateando os custos de manutenção.

Fontes de consulta: abve.org.br / valor.com.br/ epocanegocios.globo.com

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Arquitetura sustentável: 8 (Novos) materiais eficientes energeticamente que os arquitetos devem conhecer

por Todd Sims Traduzido por Matheus Pereira


8 (Novos) materiais eficientes energeticamente que os arquitetos devem conhecer
Se os arquitetos estão tentando atingir o Architecture 2030 Challenge ou buscando sua própria missão para economizar energia, eles têm a oportunidade de projetar edifícios que podem limitar as emissões de carbono e serem resilientes contra a mudança nas condições climáticas.
Para ajudar os arquitetos a atingir suas metas, uma nova onda de química e ciência dos materiais está trazendo materiais inovadores e sistemas construtivos para o mercado. De espumas de isolamento avançadas a revestimentos de paredes, esta próxima geração de materiais de alto desempenho ajudará a acelerar projetos energeticamente eficientes.
Saiba mais sobre alguns dos materiais de alta performance da atualidade e do futuro próximo.

1. Janelas mais inteligentes se ativam com nanotecnologia

Pesquisadores da Universidade de Princeton preveem que janelas inteligentes poderiam economizar até 40 por cento em custos de energia. Os pesquisadores desenvolveram um novo tipo de janela inteligente que controla a quantidade de luz e calor que entra no edifício e é auto-alimentada por células solares transparentes na própria janela. A tecnologia é depositada em um vidro como uma película fino, e pesquisadores estão trabalhando para desenvolver uma versão flexível que poderia ser facilmente aplicada à janelas existentes. Eventualmente, os proprietários e gestores dos edifícios poderiam usar um aplicativo em seu telefone para ajustar a quantidade de luz solar que passa através de uma janela ao longo do dia para ajudar a economizar nos custos de aquecimento e resfriamento.
Feito de prismas microestruturados, o filme de nanotecnologia redireciona opticamente mais de 80% da luz do dia para cima e difunde-o para distribuição uniforme. Imagem Cortesia de 3M
Feito de prismas microestruturados, o filme de nanotecnologia redireciona opticamente mais de 80% da luz do dia para cima e difunde-o para distribuição uniforme. Imagem Cortesia de 3M

2. Engenhosos produtos de madeira atingem novos patamares

Pense em impressionantes e arrojadas vigas curvas em edifícios mais altos de madeira. Os painéis de madeira laminada (Cross-laminated timber - CLT) são relativamente novos para arquitetos e podem ser usados para ajudar a atingir esses objetivos de projeto. CLT oferece certas vantagens em termos de eficiência energética quando comparado à madeira. CLT também pode ser feito em dimensões de até 10 pés de largura (3,04 metros), 40 pés de comprimento (12,19 metros) e mais de um pé de espessura (0,30 metros). Com produtos de madeira engenhosos, as fibras de madeira reforçam a peça serrada, tornando-a potencialmente mais forte do que 100 por cento de plástico reciclado. Além disso, o plástico funciona como uma barreira externa que protege a madeira do apodrecimento. Em comparação com aproximadamente apenas 63 por cento de uma árvore que pode ser usada em uma peça de madeira sólida, painéis compostos permitem que mais de 95% da árvore seja usada.
As vantagens da madeira laminada cruzada (CLT) incluem velocidade de construção, resistência à chama e estabilidade. Imagem Cortesia de Hexion
As vantagens da madeira laminada cruzada (CLT) incluem velocidade de construção, resistência à chama e estabilidade. Imagem Cortesia de Hexion

3. Painéis isolados estruturais (SIPs) 

Os principais componentes das placas SIPs, espuma e OSB, levam menos energia e matérias-prima para produção do que outros sistemas construtivos estruturais. E enquanto profissionais da construção já contam com o SIPs para eficiência energética, novos avanços nos painéis irão aumentar o isolamento em toda a envoltória do edifício. Por exemplo, alguns fabricantes agora produzem painéis com isolamento de poliestireno de grafite (GPS), facilmente reconhecidos pela sua cor cinza e que ajudam a aumentar o isolameno, às vezes em mais de 20%. Em alguns casos, profissionais da construção e arquitetos podem especificar painéis mais finos, que ainda cumprem os requisitos de código de energia. Os SIP também podem auxiliar arquitetos na obtenção da certificação LEED Platinum e dos padrões Passive House.
Alguns fabricantes agora produzem painéis com isolamento de poliestireno de grafite (GPS), facilmente reconhecidos pela sua cor cinza, e que contribuem para aumentar ainda mais os valores R do painel. Imagem Cortesia de BASF
Alguns fabricantes agora produzem painéis com isolamento de poliestireno de grafite (GPS), facilmente reconhecidos pela sua cor cinza, e que contribuem para aumentar ainda mais os valores R do painel. Imagem Cortesia de BASF

4. Painel de isolamento a vácuo (VIP) proporcionam benefícios para residências menores e pequenas casas

Tendências estão mostrando que casas americanas estão ficando menores e os VIPs podem oferecer uma solução efetiva e econômica para o isolamento. VIPs compreendem um material de núcleo poroso em um envelope de ar. O ar preso nestas camadas é evacuado e o envelope é, então, termicamente selado. O material do núcleo evita que os painéis de isolamento se desintegrem quando o ar é removido. O Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá (NRC) tem monitorado e analisado esses painéis de isolamento de cobertura durante cinco anos nas instalações do NRC, descobrindo que alguns VIPs manterão mais de 80 por cento de seu desempenho térmico após 30 anos.
Esta tecnologia de isolamento de vácuo de perfil fino tem o potencial de aumentar a resistência térmica em situações de espaço limitado e permitir edifícios de energia zero. Imagem Cortesia de Dow Corning
Esta tecnologia de isolamento de vácuo de perfil fino tem o potencial de aumentar a resistência térmica em situações de espaço limitado e permitir edifícios de energia zero. Imagem Cortesia de Dow Corning

5. Iluminação natural atinge um impulso em eficiência

Revestimentos de parede são parte importante do impacto visual de um edifício e também sua pegada ambiental - a ponte térmica é uma das principais causas de perda de energia em um edifício. Para alcançar as necessidades de iluminação natural e eficiência energética, por exemplo, chapas de policarbonato preenchidas de nanogel podem ser usadas em paredes e forros translúcidos em um novo tipo de sistema multicamadas. Além disso, a energia utilizada para extrudar chapas de policarbonato é geralmente uma fração daquela para fabricar vidro. As folhas de policarbonato também são duráveis - 250 vezes mais resistentes ao impacto do que o vidro e praticamente inquebráveis. São testadas para executar de -40 a 120ºC (-40 a 240 F) e podem resistir a condições mais extremas, como tempestades de vento, granizo ou neve. O nanogel isolante que é usado para preencher as chapas de policarbonato consiste em polímeros sintéticos ou biopolímeros que são quimicamente ou fisicamente reticulados para auxiliar na eficiência energética, o que pode garantir uma construção de até 50 por cento de economia em energia comparado a monocamada do vidro.
As folhas de policarbonato podem usar configurações de interconexão que eliminam a necessidade de perfis verticais, reduzindo assim os custos e aumentando a estética. Imagem Cortesia de SABIC
As folhas de policarbonato podem usar configurações de interconexão que eliminam a necessidade de perfis verticais, reduzindo assim os custos e aumentando a estética. Imagem Cortesia de SABIC

6. Painéis de parede que economizam energia

Construir novas casas requer uma multiplicidade de materiais, muitos dos quais não serão completamente usados e exigirão a eliminação de resíduos. Uma nova geração de painéis para componentes moldados pré-fabricados a edificações potencialmente oferecem um exemplo de uma solução eficientemente energética. Esses painéis alternativos podem exigir 40 por cento menos usos de madeira e podem potencialmente gerar 98 por cento menos de resíduos. Este novo tipo de parede em painéis substitui o revestimento exterior tradicional com uma combinação de isolamento contínuo de poliisocianurato (polyisocyanurate) no exterior e espuma de poliuretano (SPF) na cavidade da parede, ambos os quais são instalados fora do canteiro. O isolamento contínuo, com juntas de fita, também funciona como uma barreira resistente a intempéries, o que pode eliminar a necessidade de certos materiais, como o revestimento da casa.
Uma nova geração de painéis para casas oferece uma solução eficiente em energia para arquitetos e construtores. Imagem Cortesia de Covestro
Uma nova geração de painéis para casas oferece uma solução eficiente em energia para arquitetos e construtores. Imagem Cortesia de Covestro

7. Sistemas de cobertura vegetal (também conhecidos como telhados "verdes") oferecem resistência a longo prazo

Muitos arquitetos estão conscientes de que os sistemas de telhados verdes  podem manter a água fora de um edifício, reduzir o escoamento das águas pluviais, reduzir o esgotamento dos sistemas de esgoto urbano e diminuir a poluição relacionada ao escoamento nos cursos d'água. Talvez o que é menos conhecido é como certos sistemas podem prolongar a longevidade de um telhado e, por sua vez, aumentar a eficiência energética ano após ano. Como? As membranas impermeabilizantes utilizadas em sistemas de telhados verdes incorporam uma ciência material de PVC que protege um telhado dos efeitos de raios ultravioleta e temperaturas extremas que normalmente fazem com que um sistema de telhado se contraia e expanda. Muitos desses telhados verdes já estão no local há mais de 30 anos, de acordo com oWhole Building Design Guide. Um novo e grande telhado verde urbano pode potencialmente capturar até 17.000 galões de água pluvial por tempestade, ou 1.819.000 galões por ano. A água da chuva capturada pode então ser usada para regar as plantas, reduzindo a necessidade de irrigação em até 50 por cento.
Os telhados verdes podem ajudar a proteger os telhados dos efeitos nocivos dos raios UV e oferecer uma característica bela e estética para os ocupantes. Imagem Cortesia de Sika
Os telhados verdes podem ajudar a proteger os telhados dos efeitos nocivos dos raios UV e oferecer uma característica bela e estética para os ocupantes. Imagem Cortesia de Sika

8. Impressões 3D inovadoras melhoram o desempenho térmico

Em breve, elementos exteriores de edifícios poderão ser impressos por impressoras 3D em larga escala para maximizar a eficiência. Pesquisadores holandeses recentemente testaram essa ideia, usando um sistema de fachada impresso em 3D para otimizar o desempenho térmico de um edifício. Este sistema é conhecido como Spong3D, e é rígido, porém leve. Pesquisadores acreditam que o novo material integra múltiplas funções para otimizar o desempenho térmico de acordo com diferentes condições climáticas ao longo do ano. Funciona integrando cavidades de ar para isolamento térmico e canais nas superfícies externas da fachada que armazenam massa térmica móvel. Spong3D está em estágio de testes do conceito e a pesquisa é promissora.
Um sistema de fachada adaptável que controla a troca de calor durante o ano entre as condições interiores e exteriores do edifício. Imagem Cortesia de TuDelft e do projeto Spong3d
Um sistema de fachada adaptável que controla a troca de calor durante o ano entre as condições interiores e exteriores do edifício. Imagem Cortesia de TuDelft e do projeto Spong3d
À medida que os arquitetos se esforçam para um futuro eficiente energeticamente, a indústria de fabricação química continuará a inovar materiais de alto desempenho para atender a demanda. Para saber mais sobre como a química contribui para materiais inovadores, visite o site do Conselho Americano de Química (American Chemistry Council).
Sobre o autor
Todd Sims é diretor no Conselho Americano de Química (American Chemistry Council - ACC), onde gerencia o alcance para o setor de construção Civil em apoio a edifícios seguros, eficientes, sustentáveis e resilientes. Membro ativo do Caucus em Construção de Alto Desempenho, Sims trabalhou anteriormente no Instituto para Transformação de Mercado (IMT), onde desenvolveu políticas de energia para construção. Também representou os 56 interesses dos oficiais de energia estatais designados pelo governador em todos os assuntos de construção de políticas energéticas perante o governo federal, as partes interessadas da indústria e o setor utilitário na Associação Nacional dos Oficiais de Energia do Estado (NASEO). Sims pode ser contatado por e-mail em todd_sims@americanchemistry.com.
Fonte: www.archdaily.com.br